A virada de chave de Juliana: baseado em fatos reais
Juliana, aos 39 anos deixou de ser uma pessoa endividada e passou a fazer alguns investimentos. Essa história é igual a de muitas pessoas e vamos mostrar os passos que fizeram Juliana virar a chave. O 1º passo foi quando assumiu que o dinheiro “não sumia”, mas era gasto em escolhas impulsivas. Depois Juliana foi percebendo que comprava quando se sentia desvalorizada no trabalho, quando brigava com o marido ou quando se comparava com as amigas, esse foi o 2º passo: admitir que escolhia com consciência e, mesmo assim, eram situações em que a deixava sem dinheiro.
O 3º passo foi o de ter coragem e avaliar o próprio comportamento. Juliana pegou o extrato do banco e do cartão de crédito dos últimos 6 meses e separou todos os gastos que poderia ter deixado de fazer. Anotou um por um, somou tudo e percebeu o quanto estava perdendo, foi quando decidiu adotar uma postura mais madura. Assim surgiu o 4º passo, ela decidiu e agiu para transformar perdas em ganhos. Não pense que Juliana cortou todos os gastos, ela sabia que isso não daria certo. O que ela fez foi escolher com clareza todas as compras, criou uma pequena reserva financeira, renegociou as dívidas e antes de qualquer compra passou a se perguntar: “isso resolve algum problema ou só me distrai por algumas horas?”.
Por último, Juliana percebeu que se comparava muito e, quem não se compara em algum momento? Mas, a virada foi quando ela entendeu que estava se comparando com pessoas fúteis, que não construíam um futuro sustentável e que só viviam de aparências. O 5º passo foi quando Juliana se inspirou em pessoas inteligentes do ponto de vista emocional, espiritual e financeiro.
Juliana adotou um mantra e repetia toda vez que ia decidir algo que envolvesse dinheiro: “faço essa escolha para ser próspera hoje e, também para o meu futuro”, não como sacrifício, mas como direção. Cada decisão deixou de ser um alívio imediato e passou a ser um investimento na própria estabilidade emocional e financeira.
Prosperidade para Juliana, virou consistência e pequenos hábitos diários. Ela sabia que iria errar, mas que conseguiria ajustar a rota sem se culpar. Compreendeu que diante de imprevistos, mesmo que o cérebro tendesse a ativar o modo de ameaça e quisesse responder de forma impulsiva, era ela que estava no controle.
Também aceitou que ficar rígida ou negar a realidade não ajudaria em nada e, quando os imprevistos continuaram a aparecer Juliana usava a seguinte estratégia, fazendo 3 perguntas para si mesma: “posso controlar o que está acontecendo?”, “qual é o próximo passo possível?” e “como atravesso isso preservando minha energia emocional?”. Isso fazia com que reduzisse o desespero e que pudesse tomar decisões mais assertivas.
Vamos resumir os passos de Juliana para que fizesse uma virada de chave?
- Passo 1: Assumir que dinheiro não some, mas que é fruto das decisões diárias.
- Passo 2: Admitir que ter consciência dos gastos, não impede a autossabotagem.
- Passo 3: Avaliar, verdadeiramente, o comportamento financeiro.
- Passo 4: Agir estrategicamente, colocando em prática os ensinamentos que aprendeu.
- Passo 5: Decidir cuidar do próprio futuro, construindo prosperidade.
Juliana sabia que não conseguiria evitar situações ou sentimentos difíceis, mas decidiu que poderia suportar imprevistos como parte natural da vida e que estaria preparada. E hoje, como está Juliana? Hoje, os imprevistos continuam existindo. A diferença é que eles não definem mais as escolhas de Juliana. Ela aprendeu que resiliência financeira começa no cérebro, mas se sustenta nas decisões que ela faz mesmo quando a vida não segue o roteiro que ela gostaria. E você, escolhe se inspirar na história de Juliana ou pretende ter resultados diferentes, tomando as mesmas decisões?
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